Meninas, o blog Santo Officium està lindo. Parabèns! Amei, dà vontade de vestir todas as roupas...rs Entre para deliciar-se da nova coleçao - www.blogsantofficium.blogspot.com Beijos.
Coisas boas se faz com arte!
Um exercício de escrita, registro e comentários sobre as coisas boas, vistas a partir do olhar de uma simples artista plástica
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Dia de São João
Quando criança o dia de hoje era só festança, comia biscoitos de polvilho, côco, roscas com canela, requeijão... huuummm! Quantas lembranças boas!! Roupa nova, sapatos novos e um dia de intensa alegria para queimar na fogueira qualquer tristeza que pudesse arrebatar a gente. Neste momento sinto uma gratidão imensa por todas as memórias que tenho, pela infância que tive, por cada instante da minha própria história. E nessa varredura acabo de encontrar uma poesia escrita por mim em 26 de fevereiro de 2005...rs Estava na praia, daí o título:
A brisa a tocar
O vento brando soprando meu rosto
De repente, o que sinto?
Algo me aperta por dentro
Parece tão forte e não ter fim
Quem sou
Que sentido faz estar aqui
Olhar para o mar e descobrir
Na vastidão das águas atlânticas
Onde estou
O que vim fazer
Contar estrelas
Ver o sol nascer
Parece que foi hoje!
Besitos.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Rasgando papéis

Feriado, dia todo em casa, coisa boa... vida mansa e feliz. Encontrei na gaveta agenda do passado, ano 2005 talvez. Lá registrado estava: O que fazer? Bijuterias, bolsas, pinturas em acrílico/óleo, quadrinhos pequenos, estudar aquarela na Belas Artes/UFMG, fazer natação, trabalhar ainda mais animada, organizar a vida e vivê-la mais feliz, sentir-me mais segura e escrever poesias...rs
Pega esse ensaio, vou publicar para você!
Carisma
Uma menina, um dom
Um instrumento musical
E um músico para dá o tom
Uma menina de olhos arregalados
Uma lua no céu estrelado
O que ela tem que eu não tenho
É este jeito de amar
De se doar sem se cobrar
Beijos no coração.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A importância de ouvir a própria canção
A vida é peregrinação e, a menos que o amor se realize, ela continua sendo uma peregrinação, nunca chegando a parte alguma. Ela continua andando em círculos e o momento da realização nunca chega, aquele momento em que se pode dizer: "Eu cheguei lá. Eu me tornei o que vim para ser. A semente se consumou nas flores."
O amor é a meta, a vida é a jornada. E uma jornada sem um objetivo tende a ser neurótica, acidental; não terá uma direção. Num dia você vai para o norte e no outro você vai para o sul; a jornada continua sendo casual, nada leva você a lugar nenhum.
Você continuará sendo como uma madeira flutuante lançada à costa pelas ondas, a menos que tenha uma meta definida. Pode ser uma estrela muito distante, isso não faz nenhuma diferença; mas a meta deve ser clara. Distante... se for distante está bem, mas deve estar visível.
Os seus olhos podem permanecer concentrados nela; então a jornada de dez mil quilômetros não será uma jornada muito longa. Se você estiver seguindo a direção certa, então a mais longa jornada não será problema.
Mas, se você estiver seguindo a direção errada, ou não estiver seguindo direção nenhuma, ou seguindo todas as direções ao mesmo tempo, então a vida começa a entrar em colapso. Isso é que é neurose — um colapso de energia, não saber aonde ir, o que fazer, o que ser.
Não saber aonde ir, não saber do que se trata, deixa uma lacuna interior, uma ferida, um buraco negro, e um medo constante vai surgir daí. É por isso que as pessoas vivem tremendo de medo. Elas podem esconder o fato, podem tentar encobri-lo, podem não revelá-lo a ninguém, mas elas vivem com medo.
É por isso que as pessoas têm tanto medo de ter intimidade com alguém — o outro pode ser o buraco negro dentro delas se elas deixarem que o outro chegue perto demais da intimidade.
A palavra intimidade deriva de uma raiz latina, intimum. Intimum significa a sua interioridade, o seu ponto mais íntimo. A menos que tenha alguma coisa ali, você não pode ser íntimo de ninguém.
Você não pode liberar o intimum, a intimidade, porque o outro verá o buraco, a ferida e o pus vazando dela. Ele verá que você não sabe quem você é, que você é um louco, que você não sabe para onde está indo. Que você nem sequer ouviu a sua própria canção, que a sua vida é um caos, que ela não é um cosmo. Daí o medo da intimidade.
Retirado do blog palavras de osho, porque amo muito tudo o que se publica lá!
O amor é a meta, a vida é a jornada. E uma jornada sem um objetivo tende a ser neurótica, acidental; não terá uma direção. Num dia você vai para o norte e no outro você vai para o sul; a jornada continua sendo casual, nada leva você a lugar nenhum.
Você continuará sendo como uma madeira flutuante lançada à costa pelas ondas, a menos que tenha uma meta definida. Pode ser uma estrela muito distante, isso não faz nenhuma diferença; mas a meta deve ser clara. Distante... se for distante está bem, mas deve estar visível.
Os seus olhos podem permanecer concentrados nela; então a jornada de dez mil quilômetros não será uma jornada muito longa. Se você estiver seguindo a direção certa, então a mais longa jornada não será problema.
Mas, se você estiver seguindo a direção errada, ou não estiver seguindo direção nenhuma, ou seguindo todas as direções ao mesmo tempo, então a vida começa a entrar em colapso. Isso é que é neurose — um colapso de energia, não saber aonde ir, o que fazer, o que ser.
Não saber aonde ir, não saber do que se trata, deixa uma lacuna interior, uma ferida, um buraco negro, e um medo constante vai surgir daí. É por isso que as pessoas vivem tremendo de medo. Elas podem esconder o fato, podem tentar encobri-lo, podem não revelá-lo a ninguém, mas elas vivem com medo.
É por isso que as pessoas têm tanto medo de ter intimidade com alguém — o outro pode ser o buraco negro dentro delas se elas deixarem que o outro chegue perto demais da intimidade.
A palavra intimidade deriva de uma raiz latina, intimum. Intimum significa a sua interioridade, o seu ponto mais íntimo. A menos que tenha alguma coisa ali, você não pode ser íntimo de ninguém.
Você não pode liberar o intimum, a intimidade, porque o outro verá o buraco, a ferida e o pus vazando dela. Ele verá que você não sabe quem você é, que você é um louco, que você não sabe para onde está indo. Que você nem sequer ouviu a sua própria canção, que a sua vida é um caos, que ela não é um cosmo. Daí o medo da intimidade.
Retirado do blog palavras de osho, porque amo muito tudo o que se publica lá!
quarta-feira, 9 de março de 2011
Existência

Os dias de carnaval me trouxeram um sabor imenso da existência, da minha própria, e daqueles que tive o prazer de conhecer, de encontrar. Minha família em especial, pensei muito em cada um nestes dias que para me não foram de folia, mas de retiro espiritual. A televisão me mostrou a grande festa, as cores, os desfiles das escolas de samba, o carnaval de rua nas cidades do interior... contudo, o importante e proveitoso foi estar comigo mesma. Curti também um ócio sem culpabilidade nenhuma, não fiz muita coisa, e descansei bastante. Com certeza, tenho hoje mais energia, estou pronta para voltar ao trabalho e seguir ano adentro, aproveitando bem cada momento das experiências que virão. Encontrei amigas também, no restaurante, na oração, ao telefone e até através de rede social via internet...rs Não posso negar, ando conectada, e quem me conhece sabe que este tem sido um canal importante para mim. Através desse canal falo todos os dias com uma pessoa muito especial! A existência tem sabor orgânico, aproxima de uma limonada suiça feita exatamente no momento em que a gente deve beber. Existir é pensar cada instante e tirar o máximo de proveito do ser e estar aqui. Viver degustando os instantes de vida, tomando consciência da própria espiritualidade, do sentido de existir. Agora sei porque e para que nasci...rs Outro dia revendo fotografias, fiz muitas boas memórias, me emocionei... agora sei, a gente tem que passar por muitas coisas até compreender a maior de todas as lições: Nasci para ser feliz! Você também, caro leitor. Beijos no coração. E que a festa continue em nossas vidas!!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
"Veja com os olhos e não com as mãos"
Segundo o estudo da fenomenologia de Merleau Ponty, que tem o objetivo de descrever o laço original que nos liga ao mundo, os sentidos são as grandes portas de acesso ao conhecimento. Sendo assim, é cruel dizer a uma criança pequena que veja com os olhos e não com as mãos numa relação de corpo-objeto, corpo-sujeito e corpo-próprio. A criança quer explorar tudo o que vê, e ao longo do seu desenvolvimento carrega em si a necessidade de manipular os materiais concretos e compreender o que a cerca. Nosso corpo habita o espaço através dos movimentos e assim nos relacionamos com o próprio corpo, com os outros. O nosso corpo é mediador dos processos de aprendizagem, daí a necessidade de inclusão das crianças com deficiência nas escolas públicas, para que estas se relacionem com seus pares e atribua sentido a sua vida. O corpo não é somente o corpo físico, nem pura e simplesmente uma máquina fisiológica, é um organismo vivo, capaz de dar sentido ás nossas experiências. A função da nossa vida sociocultural, e isso implica passar tempo de nossas vidas na escola, é assumirmos a função como sujeitos, de produzir sentido, de significar a nossa vida no mundo, de fazer nossa própria história, de socializar nossos saberes. Cada cultura pode enfatizar ou limitar um ou alguns sentidos. O homem não consegue "apreender" o mundo tal qual o mundo é em sua objetividade, porque sua percepção está limitada a sua humanidade, que por sua vez, está restrita á forma como cada sociedade "treinou" os órgãos dos sentidos dos seus indivíduos. No Berçário o chão e o colo são os lugares preferidos dos bebês, nas turmas de 1 a 2 ou de 2 a 3 anos, os pequenos buscam esconderijos, e vez ou outra um aconchego de colo, vivem debaixo das mesas, dentro de cabanas... tudo como forma de descobrir o mundo. Nesta fase vem as rodinhas, a socialização se expande e todos querem estar juntos e felizes sendo mediados pela educadora em ação, e esta pessoa importante e de papel sublime deve estar feliz e equilibrada. Todos vivenciando o processo de cuidar e educar/ensino aprendizagem como um processo criativo. E o fardo será mais leve! Beijos.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
As pessoas são duras. A vida as prepara para serem duras, porque as prepara para lutar. Lentamente, lentamente, elas perdem toda a delicadeza interior, tornam-se duras como rochas - e uma pessoa dura como rocha é uma pessoa morta. Ela só vive da boca para fora, não vive verdadeiramente.Seja poroso, seja aberto para a existência, sem medo. Não é preciso ter medo. Essa é a nossa existência - nós pertencemos a ela, ela pertence a nós.
Retirado do site lindo do Palavras de Osho.
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